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23/08/2010 - 09h18

Alimentação fora de casa já custa 5,29% mais em 2010

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De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a alimentação fora de casa já está 5,29% mais cara neste ano. Em 12 meses terminados em agosto, o consumidor que possui o hábito já está desembolsando 7,91% mais que no período anterior.

D
entro do item alimentação fora do domicílio, as refeições registraram alta acumulada no ano de 6,13%. Porém, a maior elevação foi verificada no cafezinho, cujo preço aumentou 7,73% neste ano. O menor aumento foi verificado nos preços do café-da-manhã, que tiveram uma variação de 3,43% no período.

Q
uando analisado o período de 12 meses terminados em agosto, por sua vez, o destaque novamente ficou com o cafezinho, que pesou 9,77% a mais no bolso do consumidor, seguido pelas refeições, que ficaram 9,24% mais caras no período. Depois aparecem outras bebidas alcoólicas (8,82%) e café-da-manhã (8,26%).

Na análise mensal, que apontou um aumento de 0,35% nos preços dos itens que compõem o grupo alimentação fora de casa, além da refeição, que foi o destaque (+0,71%), o item café-da-manhã também ficou mais caro: 0,75% no período.

No Brasil

Neste ano, consumidores do Rio de Janeiro e de Fortaleza foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa. Em Fortaleza e no Rio de Janeiro também foram verificadas as maiores altas no período de 12 meses, como mostra a tabela abaixo:

Variação do custo da alimentação fora do domicílio
CapitalAgostoAcumulado do anoAcumulado de 12 meses 
Rio de Janeiro1,59%7,25%10,54%
Porto Alegre1,41%4,63%8,98%
Belo Horizonte-0,25%6,13%8,85%
Recife0,89%4,12%9,18%
São Paulo-0,32%4,80%6,27%
Distrito Federal0,77%5,95%6,81%
Belém0,10%2,06%4,77%
Fortaleza2,20%7,21%11,48%
Salvador-0,70%4,16%8,67%
Curitiba0,57%6,12%7,92%
Goiânia-0,07%4,21%6,49%
Nacional

0,35%

5,29%7,91%

Alimentação em casa

No domicílio, Curitiba é a capital onde os preços estão mais elevados, com alta acumulada no ano de 5,23%, acima da média nacional, que registrou aumento de 3,85%.

Ainda considerando o índice geral, em 12 meses, a alimentação feita em casa ficou 4,31% mais cara, com destaque para Belo Horizonte, onde os preços ficaram 5,21% mais altos no período para se preparar a refeição no lar.

No oitavo mês do ano, frente a julho, houve queda de 0,68% nos preços dos itens do grupo alimentação no domicílio. Nessa análise, todas as capitais estudadas registraram quedas, com destaque para Salvador, onde foram verificadas quedas de 1,86% no mês.

Fonte: InfoMoney

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