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08/10/2009 - 10h26

Sudeste é a região mais cara para se construir: R$ 749,27 por metro quadrado

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Os consumidores do Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (8), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 749,27, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 707,78 no nono mês do ano.

Em seguida estão as regiões Norte, com valor de R$ 702,35; Sul, com metro quadrado a R$ 699,58; e Centro-Oeste, com R$ 678,02. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 661,93.

Altas

A região Nordeste foi a que apresentou maior alta em relação a agosto. No nono mês do ano, os moradores da região gastaram com a construção 0,30% a mais do que no mês anterior. Os brasileiros da região Norte também sentiram a alta dos custos que, em setembro, subiram 0,24%.

Moradores do Sudeste e do Sul sentiram o mesmo aumento nos preços na hora de construir, de 0,16%. Já os moradores do Centro-Oeste foram os que menos sentiram a alta nos preços, que variaram 0,15% na região no mês passado.

A variação média nacional ficou em 0,20% em setembro.

Por estado

Analisando os dados por estado, nenhum sentiu uma alta acima de 1%. O Piauí apresentou a maior variação do mês, com alta de 0,66% nos custos. A menor variação ficou com o Rio Janeiro, já que os cariocas sentiram uma alta de 0,06%.

No acumulado de doze meses, o estado da Paraíba foi destaque, visto que registrou a maior alta, de 11,02%, nos custos do metro quadrado de construção, seguido pelo Acre, onde a alta foi de 10,49%.

No mês passado, o estado com o metro quadrado mais caro foi o Rio de Janeiro. Para se construir lá foi preciso desembolsar R$ 789,81. No mesmo mês, o valor médio no Rio Grande do Norte foi o menor: R$ 611,10.

Índice

O Índice Nacional da Construção Civil engloba o preço dos materiais, que ficaram 0,26% mais caros em setembro. A mão-de-obra, por sua vez, apresentou alta de 0,12%, no período analisado.

Fonte: InfoMoney
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